Guto Volpi convoca vereadores a fiscalizar a devolução dos R$ 700 mil pagos a mais ao Sindserv

Em sessão realizada na Câmara do vereadores de Ribeirão Pires nesta 5ª feira (29.abr.2021), o presidente da Casa, o vereador Guto Volpi (PL) fez um fala cirúrgica ao conclamar os parlamentares da Casa a fiscalizarem a devolução do R$ 700 mil reais repassados a mais para o Sindserv para administrar o convênio médico dos servidores municipais da cidade.

Assista o trecho do vídeo mais abaixo da matéria.

Segundo o edil ainda que haja grande debate sobre a troca de administração o trabalhador é quem deve decidir a sua situação sindical podendo optar por qual sindicato deve acolher e que o novo convênio apresenta inovações com a possibilidade de expansão de segurados.

“O convênio já está dando essa liberdade de inclusão dos pais, não tem mais limite de idade aos filhos, eu acho que logo mais o Imprerp também entra no circuito fornecendo isso aos inativos”, argumentou.

Ainda em sua fala, Guto ressaltou a clareza com que o prefeito Clóvis Volpi expôs a situação superfaturada de recursos que eram repassados pela gestão passada ao Sindserv.

Na continuidade, o presidente fez chamamentos aos demais vereadores para que acompanhem e fiscalizem a devolução dos R$ 700 mil que deveram ser devolvidos aos cofres públicos.

“Ficou muito claro e explicação do prefeito a respeito do recebimento indevido e como agora o Sindiserv vai poder devolver ao erário público R$ 700 mil reais.

Então é um ganho muito grande, é claro que essa casa e também dos seus 17 representantes vão estar cobrando para que o convênio funcione e que a gente possa dar ao servidor público um convênio melhor para ele num custo também melhor e que isso se reverte em benefício com a economia”, argumentou Guto”.

Reforçando a sua fala, Guto Volpi defendeu que ao se tocar no assunto do convênio, não se pode esquecer dos valores repassados a mais ao Sindserv pelo ex-prefeito Kiko Teixeira,

“O que a gente não pode deixar de lembrar em momento nenhum quando tocamos nesse assunto, são os R$ 700 mil reais recebidos indevidamente pelo sindicato (Sindserv) que aquele que te representa então se você é sindicalizado pelo Sindserv e que nós aqui estamos atentos.

Vamos fiscalizar também, vamos acompanhar junto com o Executivo a devolução desse dinheiro, porque esse silêncio por parte do sindicato é mórbido, já foi questionado, ele não responde, então vamos lá, vamos incluir nos nossos questionamentos na nossa fiscalização também essa devolução dos R$ 700 mil reais ao servidor público”, concluiu.

O erro crasso e a tentativa de manipulação da opinião pública da vereadora Amanda Nabeshima

Desconhecimento, despreparo e tentativa de ocultação da verdade marcam o mandato de Amanda Nabeshima

A vereadora Amanda Nabeshima (PTB), demonstrando total despreparo sobre o tema apresentou um requerimento desconexo com a realidade.

A parlamentar apresentou o Requerimento dirigido ao Executivo Municipal solicitando informações sobre o Sindicato dos Professores das Escolas Públicas Municipais de Ribeirão Pires.

Ela que tem formação como contabilista, e sem a menor ideia sobre o que realmente queria, requereu:

  1. Quem são os membros que compõe a diretoria do sindicato?
  2. Quando foi a última eleição da diretoria e qual a data prevista para a próxima eleição?
  3. Seria possível a disponibilização da Regimento Interno do Sindicato? Se sim, anexar cópia.

Por questões óbvias é fácil de se adiantar de que na resposta o governo justamente alega que não dispõe dos dados referentes ao pleito.

Como é de conhecimento, entidades sindicais são órgãos de classe que tem a sua legalidade reconhecida pelo Ministério do Trabalho, não sendo permitida a intervenção por nenhum órgão estatal em seu ordenamento político, administrativo ou mesmo intervenção.

Na verdade, a vereadora demonstra estar exercendo um mandato conduzido por forças ocultas que determinam as ações a serem desempenhadas.

A parlamentar novamente jogou “para a galera” em busca de aplausos e afagos.

Lamentável!

A vereadora eleita através de unção do grupo derrotado nas eleições municipais de 2020, em mandato puramente maniqueísta tenta fazer o trabalho pútrido de uma oposição que tenta solapar possíveis desvios de conduta e manter expectativa de sobrevida.

Ainda que seja justo o seu trabalho de representação política de grupo minoritário, em momento algum a vereadora Amanda Nabeshima questionou os valores repassados a mais para o Sindserv que tem em seu curriculum um tenebroso histórico com o dinheiro público.

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