Ministério da Saúde alerta PGR sobre risco da falta de oxigênio em 13 estados

Ministério da Saúde apontou que o risco da falta de oxigênio hospitalar é considerado “preocupante” em seis Estados. Segundo a pasta, o estado é considerado de “atenção’ em outras sete unidades da federação

Um levantamento feito pelo Ministério da Saúde aponta que o risco da falta de oxigênio hospitalar é considerado “preocupante” em seis Estados brasileiros. Segundo a pasta, a situação está em “estado de atenção” em outras sete unidades da federação.

De acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o alerta foi feito por um assessor do Departamento de Logística durante uma reunião, realizada na segunda-feira (22), com representantes da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo o diretor de Logística do ministério, general Ridauto Rodrigues, existe risco de falta de oxigênio medicinal no Acre, Rondônia,  Mato Grosso, Amapá, Ceará e no Rio Grande do Norte. Em “estado de atenção” estão o Pará, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Nesta segunda-feira (22), o Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia de Covid-19 (Giac) alertou o governo federal, por meio de um ofício, o risco de desabastecimento do insumo no Amapá. A PGR, teria informado, ainda, que existem relatos de problemas na Paraíba e outros Estados do Nordeste.

De acordo com a fabricante de gases White Martins, em alguns locais a demanda por oxigênio medicinal cresceu até 300% e as liminares que determinam a entrega do insumo sem considerar a situação do setor  resultam em “risco de desabastecimento em grandes hospitais”.

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