Vereadora Márcia Gomes ingressou com Ação Civil Pública no MP para suspender o retorno das aulas presenciais em Ribeirão Pires

A vereadora Márcia Gomes da Coletiva de Mulheres (PT), após ler um breve relato sobre a atual situação da pandemia no país que já vitimou 259.472 pessoas e somente na última 4ª feira (02.mar.2021) bateu recorde com 1.910 óbito disse da tribuna que o mandato ingressou com ação Civil Pública no MP para suspender o retorno das aulas presenciais.

Segundo a parlamentar, o objetivo é suspende a validade dos decretos estadual e de Ribeirão Pires que autoriza o retorno da as aulas presenciais ainda que de forma parcial ou híbrida.

“Nós da coletiva de mulheres entramos com uma ação civil pública Ministério Público com a finalidade de suspender a vigência dos decretos estaduais e portarias administrativas da secretaria do estado da educação e do decreto municipal que autoriza ou determina o retorno da as aulas presenciais ainda que de forma parcial ou híbrida, haja vista a demonstração de que tal prática inevitavelmente incrementará o risco à saúde e a vida da população paulista que ainda padece na luta contra o COVID-19”.

Para a camarista, a volta às aulas presenciais nas escolas não só coloca em risco à vida dos alunos, professores, profissionais da educação e faz com que as pessoas circulem pela cidade levando vírus também a círculo familiar.

“Mesmo após o governador do Estado decretar fase vermelha no estado todo, mesmo depois do prefeito Clóvis Volpi declarar que o hospital da cidade está em 100% de ocupação e tem uma fila de pessoas na UPA aguardando por uma vaga no hospital, e que estamos vivendo um caso na saúde da cidade, as escolas particulares continuam abertas, recebendo seus alunos”.

Ainda em sua fala, ela disse: “Solicitamos que o Ministério Público instaura uma investigação para apurar responsabilidades em razão da manutenção da cidade por longo período na fase amarela no plano São Paulo, o que levou a flexibilização da quarentena que culminaram no colapso da Saúde na cidade, nos unimos em solidariedade as famílias enlutadas e seguiremos na luta para salvar vidas”.

“Temos acompanhado e visto que com a abertura dessas escolas, o fluxo de COVID circula muito. Precisamos da colaboração de todos para gente cobrar que essas escolas não retornem de forma presencial,” concluiu.

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