Oposição pressiona, presidente da Câmara recua e propõe congelamento de salários do executivo e legislativo

Após intensa pressão de vereadores de oposição que se anteciparam em declarar os seus votos contra o reajuste dos subsídios do prefeito, vice e vereadores formou-se um consenso na Casa de Leis de Ribeirão Pires e os aumentos nos vencimentos não serão feitos.

Atualmente o prefeito recebe mensalmente R$ 20.042,34, o vice e vereadores R$ 10.021,17.

Recentemente a secretaria geral da Casa sob a orientação política do presidente da Câmara, vereador Archeson Teixeira (PTB) abriu uma consulta entre os parlamentares questionando sobre a possibilidade de aumentar para R$12.661,25 o salário mensal de cada vereador da cidade, e para R$ 25.322,52, o salário do prefeito municipal.

Foi somente após a massiva negativa dos vereadores de oposição que o presidente desistiu da proposta de reajuste e optou pelo congelamento dos atuais vencimento. Rato alega ainda não ser possível a redução dos valores.

Em sua página pessoal no Facebook, após colher o resultado da consulta, Rato Teixeira esclareceu questões legais que o obriga a apresentar proposta sobre o tema e que deve fixar os valores a serem pagos aos próximo ocupantes de cargos eletivos na cidade.

O debate levou inclusive o pré-candidato a prefeito pelo PL, Clóvis Volpi a se posicionar de que os vereadores que estão ao seu lado deveriam votar contrário a essa proposta de reajuste nos salários.

As propostas que reajustam os vencimentos do prefeito e vice (Projeto de Lei 042/2020) e de remuneração dos vereadores (resolução 002/2020) serão votadas na sessão virtual marcada para esta quinta-feira (20) às 14 horas.

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