Kiko mira em adversários diante da falta de nomes fortes para a sua sucessão

O prefeito de Ribeirão Pires, Kiko Teixeira (PSDB), decididamente partiu para o ataque aos seus adversários para as próximas eleições previstas para o dia 15 de novembro.

Na câmara – presidida por seu sobrinho – orquestrou veto a proposta apresentada para o cancelamento  do recesso parlamentar de meio de ano, impondo duras restrições ao trabalho de vereadores que se opõem ao seu estilo de governo.

Além de impedidos de encaminhar requerimentos de informações durante o período, os vereadores queixam-se de estarem encontrando dificuldades em exercer os trabalhos de fiscalização em espaços públicos, bem como não terem atendidas indicações de serviços e obras. Segundo vereadores que se opõem ao governo municipal, o mesmo não vem acontecendo aos vereadores da base de Kiko.

Outra ação empreendida são os constantes ataques nas redes sociais feitos por seus comissionados ao ex-prefeito Clóvis Volpi (PL) que selou aliança com Amigão D’orto (PSB). O ex-prefeito Volpi já foi alvo de fake news sobre a sua condição para a disputa eleitoral, de falas distorcidas dentre outras questões durante o curso desta pré-campanha eleitoral.

Outro alvo, é o PT que tem como pré-candidato ao Paço, o sociólogo Felipe Magalhães, que segundo se registra nas redes sociais vem sofrendo por ataques de comissionados, depreciações sobre a sua candidatura e de seu partido.

Segundo as informações recebidas, o Kiko acendeu a luz vermelha uma vez que diante a falta de opção de um nome competitivo para a disputa entre os seus aliados, está mirando fogo em seus opositores.

Pesquisa de intenção de voto apontam que a dupla Clóvis Volpi / Amigão D’orto tem hoje obtém a maior preferencia do eleitorado de Ribeirão Pires. A governista Lair Moura (Avante) teria pouco aproximadamente a metade das intenções de voto de Clóvis Volpi e Amigão D’orto.

Em terceiro lugar, e com viés de crescimento, está Felipe Magalhães do PT.

Kiko Teixeira, enquadrado na condição de inelegível por ato de improbidade quando foi prefeito em Rio Grande da Serra após algumas derrotas na justiça não pretende perder espaço na política regional e  demonstra com seus atos de que não facilitará a vida de seus oponentes.

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