Sede do MBL é alvo de nova batida policial em ação contra lavagem de dinheiro

Principais lideranças do MBL: vereador Fernando Holiday, Renan Santos e o deputado federal Kim Kataguiri

No dia de ontem (10), dois integrantes do grupo foram presos e as ações policiais prosseguem neste sábado

“A sede do MBL em São Paulo é alvo de buscas em uma operação do Ministério Público contra a lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio”, informa a Band News, em seu perfil no twitter. Saiba mais sobre o caso:

Dois integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) foram presos na manhã desta sexta-feira (10) em uma operação realizada pela Polícia Civil, Ministério Público Estadual e Receita Federal. Eles são investigados pelo desvio de mais de R$ 400 milhões de empresas, segundo a polícia. De acordo com o MP, os presos são investigados por lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.

O MBL foi fundado em 2014 com o objetivo de criar mobilizações para o golpe contra a presidente Dilma Roussef. Assumindo-se como grupo de direita, o MBL tornou-se uma organização política com objetivo de eleger seus principais líderes. O mais conhecido deles, Kim Kataguiri, elegeu-se deputado federal. O grupo apoiou Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, mas rompeu com ele no fim de 2019.

São cumpridos seis mandados de buscas e apreensão e dois de prisão na cidade de São Paulo e em Bragança Paulista, no interior do estado. Um dos mandados de busca ocorre na sede do MBL.

A operação chamada de “Juno Moneta” faz referência ao antigo templo romano onde as moedas romanas eram cunhadas.

Cerca de 35 policiais civis do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (DOPE) e 16 viaturas participam da operação.

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