Aprovado por Bolsonaro para o MEC, Feder é rejeitado por olavistas, militares e parte da bancada evangélica

Prestes a assumir o comando do MEC, o empresário e atual secretário de Educação do Paraná, Ricardo Feder, tem o seu nome rejeitado tanto por olavistas como por militares que integram o governo Jair Bolsonaro

Prestes a assumir o Ministério da Educação (MEC), o empresário e atual secretário de Educação do Paraná, Ricardo Feder, está na mira de da ala ideológica do governo Jair Bolsonaro e também de integrantes da ala militar, que não desejam que ele assuma o comando da pasta.

Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, a ala ideológica, composta por seguidores do guru do bolsonarismo, Olavo de Carvalho, vem questionando o fato de Feder possui ligações com o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), um desafeto de Jair Bolsonaro. Segundo este grupo, a escolha de Feder teria como objetivo fazer um aceno ao empresariado e reduzir o clima de guerra no MEC, que já teve três ministros demitidos em apenas um ano e meio de gestão.

Já os militares desejam que a pasta seja chefiada por um nome indicado por eles, com mais força política. Desde que o nome de Feder ganhou força na cotação ministerial, os militares passaram a divulgar “inconsistências” no currículo, como o fato da inserção na plataforma Lattes indicar que ele está com um  “mestrado em andamento” em Economia pela Universidade de São Paulo (USP). O site Secretaria da Educação do Paraná, porém, assegura que  ele é “mestre em Economia”.

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