Ribeirão Pires e SBC mantém-se com maior letalidade no ABC, indica o Governo do Estado

Atualização mais recente feita pelo Governo do Estado de São Paulo, datada desta terça-feira 19/05/2020, aponta Ribeirão Pires ao lado de São Bernardo do Campo como cidades com maior incidência de letalidade por coronavírus na região do ABC Paulista, ambas com 8,2%.

Em publicação feita nesta terça-feira (19) pelo Repórter ABC (ver aqui), Ribeirão Pires apresentava 8,7% para letalidade, mas em função de um novo caso da doença registrado pelo Governo do Estado caiu para os atuais 8,2%. Atualmente Ribeirão Pires (segundo o Governo do Estado) tem 134 casos confirmados para coronavírus. A quatro dias não é registrado óbitos na cidade, sendo sinalizado um total de 11 mortes pela doença.

São Bernardo do Campo com letalidade de 8,2% registra 1.549 confirmações para coronavírus e 127 óbitos.

Diadema tem registro de 664 casos confirmados, 54 óbitos e letalidade de 8,1%, seguido por Mauá com 608 caos confirmados, 43 óbitos e letalidade de 7,1%. São Caetano do Sul registrou segundo os dados oficiais do Governo Do Estado, 329 confirmações, 25 óbitos e 7,6% de letalidade.

Já São Caetano do Sul, apesar do elevado índice de casos confirmados de coronavírus, 1.369, acusa 78 óbitos e taxa de letalidade de 5,7%.

Ribeirão Pires Pires e Santo André que nesta última domingo 17 figuravam entre as 20 cidades com maior percentual de isolamento social tiveram queda no índice conforme se verifica na imagem acima.

As informações sobre índices de Isolamento Social e Casos podem ser verificadas no Portal Oficial do Governo do Estado de São Paulo clicando aqui.

Instituto Votorantim faz levantamento sobre Índice de Vulnerabilidade Municipal – COVID-19

Segundo o Instituto Votorantim, o Índice de Vulnerabilidade Municipal (IVM) foi elaborado com objetivo de indicar o grau de vulnerabilidade de cada município brasileiro em relação aos impactos provocados pela pandemia de Covid-19. O IVM utiliza dados secundários públicos obtidos por meio de fontes oficiais.

O IVM é composto por dezoito indicadores distribuídos em cinco pilares temáticos que abrangem dados relacionados a:

  1. População vulnerável
  2. Economia local
  3. Estrutura do sistema de saúde
  4. Organização do sistema de saúde
  5. Capacidade fiscal administração pública

Para cada indicador e pilar temático, foram atribuídos pesos de acordo com sua relevância no contexto da pandemia, conforme gráfico de rosca.

O IVM varia de 0 a 100 pontos, indicando que quanto maior o valor do índice de um determinado município, mais vulnerável e suscetível ele está com relação aos impactos da COVID-19.

Segundo o estudo, entre as sete cidades que compõem o ABC Paulista mais a capital do Estado (Microrregião São Paulo), Diadema é a cidade com a maior vulnerabilidade ao coronavírus com índice 46,41, seguido por Rio Grande da Serra com 44,54.

Ribeirão Pires aparece na terceira colocação de vulnerabilidade ao COVID-19 COM 44,20, em quarto vem a cidade de Santo André com 43,44, Mauá com 42,31 está na quinta posição.

A capital São Paulo ocupa a sexta posição de vulnerabilidade a doença com 41,17. São Caetano do Sul é a sétima em vulnerabilidade com 38,61 e na última posição aparece São Bernardo do Campo com 30,06.

Os dados podem ver verificados clicando aqui.

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