Consórcio ABC vai solicitar ajuda do Estado e da União em ações de prevenção a doenças

O Consórcio Intermunicipal Grande ABC vai enviar, na próxima semana, ofício aos governos estadual e federal para solicitar auxílio financeiro aos municípios da região em ações de prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika vírus e febre Chikungunya, ao sarampo e ao novo coronavírus. A iniciativa foi aprovada nesta terça-feira (11/2), durante assembleia da entidade regional.

O presidente do Consórcio ABC e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão, ressaltou que atualmente os municípios da região têm recebido auxílio insuficiente para ações preventivas contra essas doenças.

“As ações de prevenção são mais eficientes e trazem custos menores para a União, para o Estado, para os municípios e para toda a sociedade. Prevenir é mais eficiente, mais barato e menos doloroso. Por isso, vamos enviar sugestões tanto para o Governo do Estado quanto para o Ministério da Saúde”, afirmou Maranhão.

O documento será produzido seguindo orientações dos secretários municipais de saúde, por meio do Grupo de Trabalho (GT) Saúde do Consórcio ABC, que participou da reunião mensal do colegiado de prefeitos. O secretário-executivo da entidade regional, Edgard Brandão, vai preparar a documentação para protocolar no Ministério da Saúde, por meio do escritório do órgão intermunicipal em Brasília, solicitando recursos para ações de prevenção no Grande ABC.

A reunião mensal do Consórcio ABC contou com a presença da diretora de Imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Helena Sato, e da diretora do Centro de Vigilância Estadual de Dengue, Chikunguya e Zika, Maria do Carmo Camis.

Em relação ao novo coronavírus, Helena informou que a Secretaria Estadual da Saúde está avaliando os casos suspeitos junto com o Ministério da Saúde, que, por sua vez, trabalha em conjunto com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Para a diretora de imunização, neste momento a principal ferramenta é a informação.

“Só são considerados suspeitas pessoas que apresentarem febre e sintomas respiratórios que tenham visitado a China nos últimos 14 dias, o período máximo de incubação. Até este momento não temos nenhum caso confirmado”, explicou Helena.

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