Kiko destrói a saúde de Rio Grande e avança em nefasta gestão em Ribeirão Pires

Justiça investiga Kiko por desvio de R$ 45 milhões da saúde, se comprovado o roubo a população foi a maior prejudicada com o crime

Há aproximadamente um ano das eleições municipais de 2020, é de chamar a atenção a grande quantidade de acusações – muitas infundadas – sobre o atual sistema de Saúde em Rio Grande da Serra.

Para tratar do tema, é preciso que retornemos um pouco no tempo para analisarmos a evolução baseada em dados estatísticos. Há falas que enfaticamente dizem que o “Programa Mais Médicos” do governo Federal foi desmontado pela atual gestão. Outras falas argumentam que o problema da saúde é algo muito maior do que se possa supor os desejos e pensamentos.

Dados confiáveis do Instituto Brasileiro de Estatísticas (IBGE) demonstram que a situação não é tão atual. Kiko Teixeira que administrou Rio Grande da Serra de 2005 a 2008 e foi reeleito para novo mandato de prefeito de 2009 à 2012, no quesito mortalidade infantil nos últimos três anos de seu primeiro mandato quase foram duplicados os casos de mortalidade infantil na cidade. Kiko partiu de 2006 com 12.08 óbitos por mil nascidos vivos para concluir seu primeiro mandato em 2008 com 22.69 óbitos por mil nascidos vivos.

Ainda que o gráfico abaixo aponte para decrescência nas ocorrência dos óbitos infantis em Rio Grande da Serra, foi no ano de 2010 que a justiça local apresentou denuncia com Kiko Teixeira por desvio de R$ 45 milhões do sistema de saúde local. Kiko Teixeira e empresas contratadas não são condenados neste processo, mas são réus no processo que segue em estágio avançado.

Ao término de seu mandato, Kiko entregou a administração a um novo governo que em função de falta de recursos, dívidas com fornecedores, falta de medicação nos postos, falta de médicos e estrutura de saúde precária os números de óbito infantil voltaram a crescer. O crescente do índice se deu em 2013, primeiro ano do novo governo.

Segundo ainda os dados do IBGE, foi a a partir de 2014 que Rio Grande da Serra viveu números históricos no combate a mortalidade infantil. Conforme pode confirma no gráfico abaixo do ano de 2014 a 2016 o índice caiu para 4.99 óbitos por mil nascidos vivos. Em 2016 o prefeito Gabriel Maranhão conquistou uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para a cidade.

Ao final de 2016, Gabriel Maranhão é reeleito e no tocante ao tema saúde enfrentou grandes dificuldades. Na cidade o governo municipal pode contar com a colaboração de vereadores municipais, a exemplo do vereador Benedito Araújo (PT) – e outros parlamentares – foi importante articular onde conquistou junto a deputados de seu partido recursos para a aquisição de ambulâncias e recursos para insumos para o atendimento da população.

Outra ação importante, mas que tem relação indireta a saúde dizem respeito a infraestrutura municipal. Com recursos oriundos do Governo Federal do PAC, obtidos no Governo da Presidente Dilma Rousseff, iniciou amplo trabalho de asfaltamento, parque Linear e esgotamento sanitário.

No ano de 2019, com a posse de um novo presidente da República, foi extinto Programa Mais Médicos que mantinha na cidade médicos cubanos.

No lugar do Programa Mais médicos foi criado em 1º de agosto de 2019 o programa “Médicos pelo Brasil” . Em função da baixa adesão de médicos disposto em atender nas menores cidades do pais a cidade de Rio Grande da Serra teve uma abrupta redução no seu quadro médico.

Durante a férias do prefeito Gabriel no mês de junho de 2019, a vice-prefeita Marilza assume interinamente o comando da cidade. Ao ser investida no cargo Marilza autoriza a contratação contratou seis novos médicos. Ver reportagens clicando aqui e aqui.

Conforme o início desta matéria, a realidade da saúde pode residir num passado não tão distante. Existe processo que pode cabalmente demonstrar a difícil situação por que passa o trabalhador comum que cedo madruga e vai para o trabalho. Caso seja reconhecido o crime de desvio de R$ 45 milhões a resposta estará dada a todos aqueles que anseiam e merecem uma saúde digna e de qualidade.

Quanto a Ribeirão pires, falta remédio, há grande número comissionados, serviços de infraestrutura de baixa qualidade, indícios de superfaturamento em contratos, obras paralisadas e perda de verbas, escândalo sexual envolvendo aliados do prefeito, indústria da multa com investimentos não clareados, acusação de falta de transparência…

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