Claudinho da Geladeira pede o apoio de Kiko para disputar eleições de 2020 em Rio Grande

Contabilizando a inevitável queda em seu apoio eleitoral após a sua saída do Partido dos Trabalhadores (PT), o pré-candidato nas eleições municipais de 2020, Claudinho da Geladeira procurou o atual prefeito de Ribeirão Pires, Kiko Teixeira (PSB) para tratar da sucessão em Rio Grande da Serra.

Kiko foi foi prefeito por dois mandatos naquela cidade 2005 a 2008 e 2009 à 2012 e ainda exerce liderança políticas na comuna.

Segundo fontes, Geladeira quer que Kiko feche apoio em torno de seu nome e indique um nome a vice.

O prefeito de Ribeirão Pires, conhecido por sua capacidade política, tendo sido vereador, exercido cargos no governo estadual e prefeito por duas cidades não selou acordo.

No meio político e nas rodas de conversa o encontro de Geladeira com Kiko Teixeira é visto com inviável e o ex-petista é tido como pato de praia, que desengonçado, anda com dificuldades e articula verbos incompreensíveis. Os analista afirmam que sua musculatura política está atrofiada cronicamente. Outra forte fala feita é a de que o carisma pessoal, capaz de converter votos em seu favor – sem a legenda petista – é pequena cabendo-lhe o espaço de uma justa disputa no parlamento local.

Por outro lado, o PT ensaia lançar um nome próprio ao Paço. Possíveis nomes são ventilados, e são o do atual vereador pela sigla, Benedito Araújo, de Keyla Dinis e Erick de Paula sendo que outros postulantes correm por fora.

A fala das lideranças políticas de Rio Grande da Serra sobre Geladeira podem ser confirmadas, se feito comparativo entre os pleitos de 2012 e 2016 quando é visto queda eleitoral na casa de 3,51 pontos percentuais.

Em 2012, Geladeira foi derrotado quando obteve 9.454 (37,04%) contra 15.469 (60,60%) de Gabriel Maranhão. Em 2016 Geladeira sofreu nova derrota quando recebeu 8.166 votos (33,51%) contra os 11.080 (45,47%) do eleito, Gabriel Maranhão. Neste último ano, dois outro concorrente estiveram no pleito quando Cleson Alves (PMB) recebeu 2.595 votos (10,65%) e Edvaldo Guerra (até então PMDB) 2.528 votos (10,37%).

A conjuntura política desde o último pleito, em muito se alterou, com o atual prefeito aglutinando apoio de ex-adversários, com novas lideranças surgindo, e no caso de Geladeira as possibilidades de galgar o posto máximo na cidade pode ser comparado a gelo ao sol, que derretido se evaporou. por Luis Carlos Nunes

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